Ignoti Nulla Cupido
Meu epitáfio



Morta… serei árvore,
serei tronco, serei fronde
e minhas raízes
enlaçadas às pedras de meu berço
são as cordas que brotam de uma lira.

Enfeitei de folhas verdes 
a pedra de meu túmulo
num simbolismo
de vida vegetal.

Não morre aquele
que deixou na terra
a melodia de seu cântico
na música de seus versos.

Porque

Amor meu, punhal meu, fera miragem

Consubstanciada em vulto feminino,

Por que não me libertas do teu jugo,

Por que não me convertes em rochedo,

Por que não me eliminas do sistema

Dos humanos prostrados, miseráveis,

Por que preferes doer-me como chaga

E fazer dessa chaga meu prazer?

O video é velho, mas a mensagem é belíssima!

Eu sonhei que estava exatamente aqui olhando pra você
Olhando pra você exatamente aqui
Cê não sabe, mas eu tava exatamente aqui olhando pra você
Cê não sabe, mas eu tava exatamente aqui
Pronto para despertar
Perto mesmo de explodir
Parto para não voltar
Pranto para estancar
Tanto para acordar
Tonto de tanto te ver
Prestes mesmo de explodir
Perto de saber porque
Por que um raio cai?
Por que o sol se vai?
Se a nuvem vem também
Por que você não vem?

Eu sonhei que estava exatamente aqui olhando pra você
Olhando pra você exatamente aqui
Cê não sabe, mas eu tava exatamente aqui olhando pra você
Cê não sabe, mas eu tava exatamente aqui
Pronto para despertar
Perto mesmo de explodir
Parto para não voltar
Pranto para estancar
Tanto para acordar
Tonto de tanto te ver
Perto mesmo de explodir
Prestes a saber porque
Por que um raio cai?
Por que que o sol se vai?
Se a nuvem vem também
Por que você não vem?

O FIM É O NOVO COMEÇO

O FIM É O NOVO COMEÇO

Dilema Shakespeareano

Dilema Shakespeareano

AJA!

AJA!

INTENSIDADE

INTENSIDADE

Corredores…


Eu andei
Sorri, chorei, tanto
Não me arrependi
Ganhei e perdi
Fiz como pude
Lutei contra o amor
E quanto mais vencia, me achava um perdedor
Mais tarde me enganei
Vi com outros olhos
Quando às vezes não amei a mim
Não por falta de amor
Mas amor demais me levando pra alguém
Quem?
Visitou os corredores da minha alma
Soube dos enganos
Secretos planos
E até uns traumas
Sempre fui muito só
Eu andei
Sorri, chorei tanto
Fui quase feliz
Fiz tudo que quis
Fiz como puder
Desprezei meu ego
Dando esmolas a ele com se fosse um cego
Mais tarde me enfeitei
Até pintei os olhos
Quando às vezes não amei a mim
Não por falta de amor
Mas amor demais me escapando pra alguém
Quem?
Visitou os corredores da minha alma
Soube dos meus erros
E dos nós que fiz
Bem na linha da vida
Sempre fui muito só